18 fevereiro, 2009

Moqueca di pesce

Ingredienti:

1 kg di Orata o branzino in tranci- 1 peperone rosso - 2 pomodori maturi - 2 cipolle - prezzemolo - coriandolo - 2 spicchi di aglio - 10 cl di latte di cocco - 1 bicchiere di olio di oliva - ½ bicchiere di succo di limone

Preparazione:
Disporre tranci pesce in un recipiente grande. Tagliare a rondelle i pomodori, il peperone e le cipolle e aggiungerli insieme al prezzemolo, coriandolo, l’aglio, il latte di noce di cocco e il succo di limone.

Lasciare marinare i tranci di pesce in questa miscela per circa un’ora. Disporre in una padella di argila, il olio di oliva, poi i tranci coprire e far cuocere a fuoco medio per circa 20 minuti. Quando il tutto comincia a bollire, aggiungere l’olio e lasciar cuocere per altri 5 minuti, mischiando un pò.

La moqueca può essere accompagnata con del riso in bianco e farofa.

Farofa

Ingredienti: per 4 persona

1 Cipolla - 2 Spicchi Aglio - 300 g farina di manioca - alcuni rameti di prezzemolo tritato - peperoncino (opzionale)- olio extra virgine


Affettare la cipolla.
Scaldare l'olio in una padella e far rosolare la cipolla dopo agiungere il aglio tritato.
Versare la farina di manioca e mescolarla in modo che assorba l'olio in maniera uniforme.
Salare uniformemente. Aggiungere il prezzemolo.
Continuare a cuocere per circa 15 minuti in modo da tostare bene la farina, facendo attenzione a non far bruciare la farina.
A cottura teminata il Farofa dovrà essere croccante.

28 fevereiro, 2008

Meus convidados para postar no Blog


Estou trazendo para o meu blog duas pessoas muito especiais, em vários sentidos. Um deles é LOUIS GÜNTHER WITTMANN, chef amigo meu, talentosíssimo!!! Uma de suas especialidades são os pães.
O outro é VINCENZO GAGLIARDINI, enólogo, mora na Itália na região de Marche. Um estudioso e apaixonado por vinhos. Ele vai nos contar sobre a história dos vinhos de uma maneira fascinante, ainda estou traduzindo. Em cada receita deste blog, ele nos dará uma sugestão de vinho.

11 fevereiro, 2008

História do Vinho - Parte 1



A história do vinho é antiga…. Antiquíssima…..para não dizer Arcaica….tanto que se confunde com a origem da humanidade.
“vinho” tem origem da palavra sanscrita (antiga lingua Indiana) “vena” formada da raíz ven (amar), ou Venus, Deusa.
O vinho no fim da antiguidade, foi sempre um símbolo do amor, da alegria de viver. Um nectar capaz de relaxar o corpo, provocar embriaguez para aqueles que apreciam a qualidade deste nectar, facilitar a troca de comunicação, mas também colocar o homem em contato com o sobrenatural.
Com paixão se narra também, que o vinho foi descoberto casualmente. Qual será a verdadeira patria da videira? (Vitis Vinifera Sativa), é uma descendente da Silvestris? Em que período se começou a utilizar esse fruto para preparar o subime suco (vinho).?
Responder a tal pergunta não é simples, se bem que, foram feitos estudos detalhados à respeito. As documentações dignas de confiança,
se confundem com a lenda, mitologia, religião e poesia, tornando impossível distinguir a história do mito.

Foi escrito, e se pensa que a Vitis Vitiferas, a espécie de videira com que se faz a maior parte dos vinhos modernos, foi desenvolvida no ano de 7500 a.C, na região transcaucasiana, hoje Armenia, e Georgia.
A Vitis Vinifera, prosperava na zona temperada de dois hemisférios entre 50º e 30º graus de latitude norte, e 30º e 40º graus de latitude sul. Esta videira, com a sua grande capacidade de adaptação, foi ocupando progressivamente territórios e sobretudo em condições de um ambiente que a princípio não se prestava para nada.

Entre algumas das principais espécies de videiras (V. Rugosa, V. Lanata, V. Parsifolia e outras ainda), teriam sido criadas sucessivas hibridizações espontâneas, e destas foram originadas um certo número de espécies ancestrais.
As separações das híbridas, os fatores mutantes e mais tarde a seleção voluntária, teriam surgido as multiplas espécies.
A Muscat, e Syrah se pensa que são as videiras mais antigas do mundo, como indica pela etimologia do próprio nome.
História e lenda frequentemente se encontram no caminho dos séculos para narrar ao povo, fatos e maravilhas do mundo antigo.
Se conta que o homem da pré história descobriu, por acaso, que o suco da uva esquecido em uma bolsa de pele, por causa da alta temperatura, havia sofrido uma mágica transformação, com surpeendente resultado.
Na verdade, o gosto era bom e os efeitos inebriantes.
Os primeiros indícios da cultivação das videiras (uma planta que nasce muito antes do homem) se encontram na Ásia menor, na terra entre o Tigre e o Eufrates. Também se foi falado que quando Noé desceu da legendária Arca, quando encalhou no monte Ararat, notou que, em alguns lugares, onde havia sinais de água, o solo fértil poderia dar bons frutos, e assim semeou o que havia tradizo consigo, não havendo pressa de partir, na espera de que esta planta desse os seus frutos. Um sublime suco saiu daquela baga, e uma certa euforia se desencadeou (desprendeu) neste homem…..(tradução ebraico-cristiana). “Noé, o agricultor, começou plantar a videira. tendo bebido o vinho, ficou embriagado…..”(Genesis, IX,20-21).
Nesse ponto, não só foi o inventor do vinho, mas também foi o primeiro bêbado da história.

Entre as tantas coisas sagradas e muito amadas do homem, encontramos a “sacra vite, e bem como o triunfo do seu doce licor, na vida dos homens e deuses.
A videira era considerada como um presente de Deus, pelos egípcios, Osiris, para os gregos e latinos, Bacco, para os itálicos Saturno e para os Ebreus.

As primeiras confirmações de atividades vinícolas pertencem aos antigos egípcios e chegou a nós em um afresco conservado em Tebes, que reproduz cada fase do processo; “a colheita, o esmagamento da uva, a vinificação, o processamento deste fruto, até o transporte em embarcações ao longo do rio Nilo. Os egípcios foram os professores, e guardiães dessas técnicas.
Das narrações que nos foram reportadas, podemos só dizer, como funcionava o processo produtivo deste nectar, mas nunca soubemos e tivemos testemunhas de que soubessem como era o gosto desse sublime suco.
Os vinhos eram em sua maior parte vermelho (as uvas representadas eram só pretas) típicas do clima temperado daquela zona.
Na terra do faraó nasceu os primeiros viticultores e bebedores de vinho. Era descrita na presa a embriaguez desenfreada quando se festejava a lua cheia.
Os vinhos dizem, que eram conservados em ânforas de terracotta, selados e impresso o ano da produção: “Este foi também a primeira tentative de se envelhecer o vinho”.
A história do vinho na Grécia, é certamente, a mais rica, esta bebida têm realizado um papel importante e fundamental desde os primeiros períodos de formação e desenvolvimento desta civilização. Para este povo, o vinho era uma “Pharmakon” uma medicina, mas, ao mesmo tempo poderia ter sido um veneno.

A produção de vinho, naqueles dias, já era conhecida em outras populações, tais como o antigo Babilonios na Mesopotâmia, mas preferiam cerveja ao vinho, enquanto na Grécia antiga foi que o vinho assumiu um papel importante e dali se espalhou por toda a bacia do Mediterrâneo.

Com o surgimento da civilização grega, os métodos de vinificar uvas foram se aperfeiçoando e a embriaguês assume um carácter sagrado, tanto que se reservou no Olimpo um lugar importante para o deus do vinho (Dionysus), o filho de Júpiter (Zeus), e Semele.
Diz-se que Dionisio, revelou a todos os homens os segredos da produção da bebida. A iniciação ao culto desta divindade, prevê beber o vinho em honra desta, celebrando o Chamado "Orge Dionisiache" verdadeira festa dedicada ao vinho. "
A correspondência do latim Bacchus, e do grego Dionysus é quase total: como o deus Latino é o filho de Júpiter e Semele, como Dionysus nasceu segundo a mitologia grega do encontro entre Zeus e Semele também conhecido como "Lua".
Bacchus do latim Bacchus, um nome que na Roma antiga, foi dado ao Deus grego Dionysus.
As maneiras de celebrar e venerar Bacchus e Dionysus, foram os mesmos, embora na Grécia o culto de Dionysus remonta a tempos antigos.
As festas, ditas Bacanais, eram celebrações com libertinagens as quais participavam por hábito, apenas as mulheres.
A respeito da procriação existem na verdade outras versões, mas a mais famosa é aquele de Semele, a mãe de Dionysus.

Aguardem a 2ª parte................

07 dezembro, 2007

Convidado Especial do Blog - Louis Günther Wittmann

Nessa primeira postagem ele irá explicar sobre os fermentos (parte 1), primordial para quem quer começar a trabalhar com pães ou com outras receitas que levam o fermento.

FERMENTOS - 1ª PARTE

Vamos iniciar a conversa dizendo ou polemizando, por que o certo é dizer Levedura, pois é este o agente que promove a fermentação.

Um dos exemplos mais conhecidos na industria de alimentação ou mesmo de bebidas são do gênero Saccharomyces, organismos vivos, ou melhor, fungos unicelulares e são eles que dão a maciez, o sabor e facilitam na digestão.

O que ocorre quando agregamos uma levedura ao processo?????

Darei um exemplo com a massa utilizada para fazer o pão. Esta massa alimentícia onde agregaremos a levedura (no caso saccharomyces cerevisiae = levedura biológica) que dará inicio ao processo de fermentação onde por sua vez será incorporada aos outros ingredientes e que será trabalhada na batedeira (ou masseira quando for industrial) e que depois do “descanso” dará a massa uma característica esponjosa causada pelas bolhas que provocam o seu crescimento em virtude da liberação de gás carbônico.

Este é um momento de paciência, pois requer “tempo” de espera para que este processo ocorra e “temperatura” que também deve ser controlada, por que não se esqueçam estamos trabalhando com seres vivos.

Podemos encontrar leveduras em diversos produtos como massas em geral, vinhos, cervejas, etc.

Dicas e truques

Quando do uso de fermento químico este depois de agregado aos outros ingredientes deve ir para o forno, pois o processo requer temperatura.
Fermento químico nunca deve ser guardado na geladeira.

Já quando usamos o biológico este é agregado aos ingredientes e deve descansar por um tempo determinado (e que varia de acordo com o tipo de massa) e numa temperatura entre 5º C à 40º C somente depois disso a massa deve ser trabalhada e assada.

Quanto maior a temperatura maior será a produção de gás carbônico. Cuidado, pois acima de 40º C o levedo começa a morrer. Portanto a temperatura que “podemos” chamar de ideal está entre 23-25º C.

Nunca bata no liquidificador, você estará cometendo um fungocídio.

Compre somente quando for usa-lo, pois quanto mais “fresco” melhor, além do que é um produto perecível.

Armazene longe de produtos com odores fortes.
Em épocas como o Verão tome mais cuidado ao usa-los, por causa da temperatura, talvez valha lembrar do truque da vovó que cobria com um pano úmido, lembra disso????

Se for guardar sempre a temperatura entre 1 e 8º C.

Nunca congele.

E por último e tão importante quanto os anteriores, verifiquem sempre a data de validade, alias isso para qualquer coisa.

RECEITA

Pão de Trigo Semi Integral com pimenta dedo de moça
180g (1 xícara e meia) de farinha de trigo normal,
180g de farinha de trigo integral,
25g (2 colheres de sopa cheias) de açúcar, eu uso o cristal,
25g (1/4 de xícara) de leite em pó,
3g (3 colheres rasas de café) de sal,
1 pacote de fermento granulado para pães,
200 ml de água,
35g (2 colheres de sopa cheias) de manteiga sem sal.
3 pimentas dedo de moça sem sementes e cortados em brunoise (cubinhos) bem pequenos.

Misture todos os ingredientes menos a manteiga, esta será agregada por último à massa.
Untar e enfarinhar uma forma de bolo inglês, colocar a massa e assar em forno pré aquecido à 180ºC, por 40 minutos, até dourar ou espetando um palito de madeira e este vier seco. Antes de assar faça dois pequenos cortes de 3cm sobre a massa para o gás ter por onde sair, sem o corte ficará com o topo como se fosse um cogumelo.

06 dezembro, 2007

FERMENTOS - parte 2

Fermento Químico

Não são microrganismos vivos como é o biológico, mas sim uma mistura de compostos químicos também chamados de fermento em pó, onde a sua reação química na massa da origem ao gás carbônico fazendo com que a massa cresça e para que isso ocorra você precisa de uma fonte de calor no caso o forno, ou de umidade no caso a água.

A sua composição pode ser de ácidos, carbonatos, bicarbonatos, ou de outros compostos como açúcares, féculas / amidos!

Algumas observações;

1- Não se pode comparar a eficácia do biológico com o químico, o primeiro em minha opinião é mais trabalhoso sim, mas muito melhor,
2- E sempre é bom relembrar não se guarda o Fermento químico na geladeira, ele não necessita de refrigeração.

PÃO DE FRUTAS SECAS


Receita para um pão.

Tempo de preparo: ~120 minutos
Forno pré-aquecido à 180ºC

Material necessário

1 forma de bolo inglês de 20 X 15cm
3 tigelas,
1 batedor,
balança,
1 copo medidor de líquidos,
1 ralador,
1 espremedor de frutas,
papel manteiga,
manteiga para untar.


Ingredientes


200 g de farinha de trigo,
15 g de fermento químico,
200 g de açúcar mascavo,
450 g de frutas secas (uva passa, damasco, cereja, etc) bem picadas,
3 g de sal,
300 ml de chá de frutas ou de laranja frio,
1 ovo batido,
raspas da laranja,
raspas do limão,
suco de uma laranja,
suco de um limão.

Modo de Preparo


No dia anterior ao preparo do pão deixe de molho as frutas secas no chá.
Forre a forma com papel manteiga e unte com manteiga, reserve. Retire as frutas secas do chá e reserve o chá.
Numa tigela misture bem as frutas secas com as raspas de limão e de laranja, agregue os sucos de laranja e de limão (a soma dos sucos de laranja e de limão deve se aproximar a 250 ml, senão acrescente o chá reservado do preparo das frutas secas).
Numa tigela coloque a farinha, o sal e o fermento e agregue o preparo da mistura acima.
Misture muito bem.
Coloque a massa na forma e coloque no forno ~ 75 minutos. Fure com palito de madeira, até o centro do pão, se sair seco, retire e desligue o forno.
Deixe dentro da forma por 15 minutos, desenforme e deixe esfriar totalmente.